Departamento Sociocultural – TOM

Uma missão institucional da UniFAJ

Quatro de Maio de dois mil e dezesseis. Noite fria de outono. Ainda havia rastros da luz do sol no céu. No espaço de vão livre próximo à árvore, um piano de cauda. Antes da apresentação oficial, os sons do ensaio nas mãos do pianista Pedro Sperandio em busca do TOM preciso, fundiam-se aos ruídos costumeiros provocando curiosidade com a infiltração de um novo timbre. A iniciativa fez parte do calendário de comemoração do aniversário da instituição em conjunto com o lançamento da campanha para nomear as ações de cultura, que depois se amalgamariam aos programas sociais, já existentes na instituição desde sua fundação.

TOM assenta seu nome em movimentos tonais, cadência e hierarquização de sons em escalas que vão de graves a agudos e também refere-se ao grau de intensidade de uma cor. Embora portador de significado, tornou-se um nome próprio.

Ao som do piano, nasceu o TOM – Programa Sociocultural.

Distribuído em cinco campi espalhados pela cidade de Jaguariúna, desta forma criando capilaridades por todo corpo da cidade, funcionando como um sistema orgânico, a FAJ alicerçou as bases do ensino superior vertido para as competências e habilidades de cada curso,  tecidas com as práticas sociais e culturais durante a vida acadêmica do aluno. Ao longo dos anos, a cartografia institucional, transformou-se em solo fértil em que a participação ativa de alunos, docentes e colaboradores estruturaram a rubrica institucional “Seu futuro na prática”.

Sob esta rubrica, o exercício das práticas sociais, adornados por ações culturais, compõem atendimentos à comunidade do fluxo da região mogiana nas áreas de gestão, negócios, saúde, engenharia, tecnologia, direito entre outros. Sob a batuta de propostas interdiciplinares, a pluralidade das ações dos programas socioculturais criam no espaço da universidade um organismo que pulsa sob o concreto.

Sob o sol do inverno, em dois mil e dezessete, o piano migrou para a praça central da cidade de Jaguariúna. Os sons harmonicos do trenzinho caipira de Vila Lobos, fundiram-se aos ruídos da cidade, tecendo uma musicalidade singular. A cidade da Maria Fumaça, que acolheu o sonho de um educador, recebeu após dezoito anos, o selo do Centro Universitário. De FAJ passou a UniFAJ.

Ao TOM das cores do inverno, a praça da cidade, transformou-se em nosso palco.

Profa Ms Flaviana Machado Tannus
Psicanalista 

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