Professores da UniFAJ promovem divulgação científica pelas redes sociais e são destaque em matéria da Revista VEJA

Professores da UniFAJ promovem divulgação científica pelas redes sociais e são destaque em matéria da Revista VEJA

Os docentes dos cursos de Engenharias e Medicina Veterinária, Emílio Garcia e Camila Massuda, integram um grupo de pesquisadores e trabalhadores da área acadêmica que se destacam por aproximar o público da ciência usando a tecnologia para isso

Emílio Garcia e Camila Massuda são professores dos cursos de Engenharias e de Medicina Veterinária na UniFAJ – Centro Universitário de Jaguariúna e fazem parte de um grupo de pesquisadores e trabalhadores da área acadêmica que se tornaram divulgadores das ciências nas redes sociais. Recentemente, o trabalho feito pelos docentes foi tema de uma matéria publicada pela Revista Veja São Paulo na seção de Cultura/Lazer.

Por meio do Canal BláBlálogia, uma junção de produtores científicos, dispostos a apresentar uma programação criativa e diária, os docentes mostram o que é a ciência, o porquê as pessoas precisam dela, tiram dúvidas na internet, entre outras interações com o público. “Temos o prazer mórbido de inventar formas para fazer as pessoas reaprenderem a gostar de aprender”, descrevem os organizadores do canal no Youtube.

Confira o trecho da entrevista com os professores da UniFAJ:

“De onde vêm os porquinhos-da-índia? Aranha solta pum? Por que sonhamos? Essas são algumas questões a que o Canal BláBláLogia, com 184 000 seguidores, responde usando referências atuais. Criado em 2016 como um espaço colaborativo, atualmente é encabeçado pelo casal Emílio Garcia e Camila Massuda, biólogos e professores na área de ecologia em uma faculdade no interior de São Paulo. Juntos, produzem até quatro vídeos por semana com assuntos variados. “Passávamos por um momento de descrença científica”, afirma Garcia. “Uma das razões é o distanciamento entre a ciência e a sociedade. Uma parte da culpa é da academia por usar uma linguagem pouco acessível, até na educação”, completa. Em meio aos desafios estão a escolha dos equipamentos e até o aprendizado da edição do conteúdo nos softwares disponíveis. “Também vejo ainda um preconceito da academia: dou palestras em universidades e peço aos alunos que entrem em contato para falar sobre seus trabalhos no canal. Nunca fui procurado”, afirma. ”

Leia a matéria na íntegra - Atila Iamarino e os influencers da ciência

 

Texto: Tatiane Dias – (MTB 67029)

Com informações Revista Veja/Cultura e Lazer