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    Os profissionais mais disputados no interior de SP

    Campinas e Sorocaba respondem pelo maior número de contratações, confira também os salários que estão sendo oferecidos.

    O mercado está aquecido para profissionais de perfil mais técnico e de suporte à gestão no interior do estado de São Paulo e também na região sul de Minas Gerais.
    Levantamento realizado pela Page Personnel indica que a procura por este tipo de funcionário aumentou 31% no primeiro semestre deste ano, na comparação com o mesmo período do ano passado. E destacam-se os profissionais que já chegam dando resultados.
    “Há empresas que apostam na retomada da economia e muitas startups surgindo na região e isso gera todo um ciclo de contratações”, diz Mauricio Nagy, gerente executivo da Page Personnel para o interior de São Paulo.
    Os setores que puxaram a alta nas contratações foram: infraestrutura, energia, químico, varejo, serviços e bens de consumo. E na divisão por cidades, Campinas e sua região metropolitana lideram com 40% das contratações, e Sorocaba ficou com 35%. Jundiaí respondeu por 10% e Piracicaba, Sul de Minas e Vale do Paraíba ficaram com 5%. “O eixo Campinas Sorocaba tem sido muito importante nesse movimento”, diz Nagy.
    Confira agora quais têm sido os profissionais mais disputados na região os salários pagos:
    1. Profissionais da área financeira
    O destaque fica para o setor de custos, de acordo com o gerente executivo da Page Personnel para o interior de São Paulo. “Todas as empresas estão olhando para questão a questão da redução de custos”, diz, Nagy.
    Quanto mais detalhista e hábil em análise crítica mais o profissional se destaca, de acordo com ele. “É uma pessoa com background em contabilidade que olhe para a operação de uma forma macro, avaliando todos os custos, comparando a projeção e o resultado real”, explica.
    Formação: administração, contabilidade e áreas correlatas. Inglês é necessário, principalmente para multinacionais.
    Salários: R$ 3 a R$ 4 mil reais (júnior), R$ 4 a R$ 5,5 mil (pleno) e R$ 5,5 a R$ 7 mil (sênior).
    2. Compradores
    Compradores com grande capacidade de negociação são os mais disputados. “É uma pessoa que consegue negociar com o fornecedor para economizar recursos na parceria e gerar vantagem competitiva”, diz Nagy. A necessidade de melhorar o portfólio de fornecedores faz com que a experiência e os contatos dos compradores façam toda a diferença na hora da contratação.
    Formação: abrangente já que a experiência e a rede de relacionamentos são os principais aspectos investigados. Administração, engenharia são as áreas mais frequentes. Inglês é necessário já que há empresas que buscam fornecedores na China.
    Salários: R$ 4 mil (júnior), R$ 5 mil a R$ 5,5 mil (pleno) e R$ 7,5 mil a R$ 8 mil (sênior).
    3. Vendedores
    Se os compradores estão em alta, os vendedores também estão. Os setores de Serviços, Telecom e Varejo puxaram as contratações deste tipo de profissional. Como acontece com os compradores, os vendedores que mais se destacam são aqueles com mais habilidade para negociar.
    Formação: abrangente já que a experiência e a rede de relacionamentos são os principais aspectos investigados. Administração, engenharia são as áreas mais frequentes.
    Salário: R$ 4 mil (júnior), R$ 5 mil a R$ 5,5 mil (pleno) e R$ 7,5 mil a R$ 8 mil (sênior).
    4. Profissionais de trade marketing
    Varejo e comércio eletrônico são os setores que mais buscam os profissionais de trade marketing no interior de São Paulo. Fidelização de canais de venda e o aumento da exposição da marca são os objetivos principais das empresas ao contratarem pessoas da área de trade marketing. “As empresas buscam reforço da marca”, explica Nagy.
    Formação: marketing, comunicação ou administração. Inglês não é decisivo para a contratação.
    Salário: R$ 3 mil a R$ 3,5 mil (júnior), R$ 4 mil a R$ 4,5 mil (pleno) e R$ 5,5 mil a R$ 6 mil (sênior).
    5. Engenheiros
    “É um profissional que sempre está em alta”, lembra Nagy. E há espaço para todas as áreas de engenharia, segundo o especialista. “Temos posições de pesquisa e desenvolvimento, cargos focados em qualidade, posições voltadas para manutenção de equipamentos, são engenheiros de projetos para todos os perfis”, cita Nagy.
    Formação: todas as áreas de engenharia. Inglês não tem sido decisivo para contratação já que há falta de profissionais
    Salários: até R$ 8 mil (de júnior a pleno) e acima de R$ 8 mil (sênior).
    Fonte: Exame.com

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