Estudantes de Farmácia aprendem como a Biotecnologia tem cooperado no diagnóstico e cura do COVID-19

Estudantes de Farmácia aprendem como a Biotecnologia tem cooperado no diagnóstico e cura do COVID-19

O tema foi abordado pela palestrante convidada, Dra. Mariângela Carnivalli Grippo, Mestre e Doutora em Genética e Biologia Molecular

 

A pandemia de COVID-19 desencadeou um desafio sem precedentes no atual século, sobretudo, aos profissionais da área da saúde. Com foco em aprender mais sobre o assunto, os estudantes de Farmácia da UniMAX – Centro Universitário Max Planck de Indaiatuba – foram beneficiados com a palestra “A Biotecnologia no diagnóstico do COVID-19”.

Para o desenvolvimento do tema, foi convidada a Dra. Mariângela Carnivalli Grippo, que possui graduação em Ciências Biológicas, além de mestrado e doutorado em Genética e Biologia Molecular todos pela Unicamp (Universidade Estadual de Campinas). A profissional tem experiência na área de Genética e Imunologia, atuando principalmente com imunologia do câncer, microbiologia, silenciamento viral, imunologia.

Na oportunidade, Dra. Mariângela abordou sobre como a biotecnologia tem cooperado para o diagnóstico e cura da COVID-19 e explicou detalhes dos dois métodos de diagnóstico da doença:

  • RT-PCR: um exame molecular, em que se detecta os vírus. Por isso, tem que ser realizado no período de sintomas. É realizada a coleta de material das narinas e da garganta do paciente e levada ao laboratório, onde a biotecnologia entra, pois utiliza técnica capaz de detectar a presença de material genético do vírus e;
  • Teste de IGM e IGG: que detecta a presença de anticorpos, mostrando se o paciente já teve com o vírus.

A coordenadora do curso de Farmácia, professora Leoni Adriana de Souza Dias, explica que o IGM positivo significa que o paciente teve contato recente com o vírus e o corpo ainda pode estar lutando contra ele e o IGG positivo indica se o indivíduo teve contato a pelo menos três semanas atrás e já está imunizado. O exame IGM e IGG pode ser realizado por meio do teste rápido com uma porcentagem maior de falsos positivos e negativos ou pelo método sorológico que tem maior confiabilidade.

“Como se trata de um tema atual e muitas dúvidas existem sobre as diferenças entre os métodos, o assunto abordado foi de extrema relevância. Os alunos gostaram muito, elogiaram bastante a palestrante que usou de uma didática muito boa para expor um tema complexo. No final, muitas perguntas foram respondidas”, conta a docente.

 

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Texto: Tatiane Dias – (MTB 67029)