Alunos da UniFAJ são finalistas em prêmio do Consórcio PCJ, conhecido como o Oscar da Água

Alunos da UniFAJ são finalistas em prêmio do Consórcio PCJ, conhecido como o Oscar da Água

Trabalho foi indicado na categoria “Ensino e Pesquisa” do 7º Prêmio Ação pela Água

A pesquisa intitulada “Ozônio: uma forma alternativa para tratamento de efluentes”, dos futuros engenheiros ambientais Rafael Bengevenga, Rodrigo Henrique Mauriz Marchini Granja, Sidnei Franco e Thiago Lobato, foi finalista do 7º Prêmio Ação pela Água, entregue em cerimônia realizada na quinta-feira, dia 17 de outubro, em Campinas.

A pesquisa começou a ser desenvolvida como Trabalho de Conclusão de Curso de Engenharia Ambiental, do Centro Universitário de Jaguariúna (UniFAJ), e, após aprovação da banca, continuou a ser trabalhada pelos autores.

Ao todo 90 resumos técnicos de projetos e reportagens, divididos em seis categorias, foram submetidos a avaliação da comissão julgadora do prêmio. Após a seleção, 23 trabalhos se classificaram como finalistas e receberam o certificado de “Notórios da Água”.

Para o professor orientador do grupo, Rodrigo Granja, esse prêmio é conhecido como o Oscar da Água. “Quero parabenizá-los pela conquista. Pra gente é um marco e estamos muito felizes. Essa notícia também será um incentivo aos demais alunos a essa área de pesquisa”, disse o diretor acadêmico de unidade, professor Flávio Fernandes Pacetta.

O 7º Prêmio Ação pela Água fez parte da comemoração dos 30 anos de atividades do Consórcio PCJ em prol da gestão da água nas Bacias dos Rios Piracicaba, Capivari e Jundiaí (Bacias PCJ).

PESQUISA

O trabalho dos alunos da UniFAJ, “Ozônio: uma forma alternativa para tratamento de efluentes” propõe um estudo sobre como os processos industriais, em específico a galvanoplastia, afetam os recursos hídricos devido à grande geração de efluentes líquidos contendo metais pesados como: chumbo, mercúrio, arsênio, cádmio, estanho, zinco, cobre e cromo, que são usados comumente nos tratamentos galvanoplásticos e propõe a utilização do ozônio (O3) como meio de tratamento das emissões através de processos químicos ou biológicos.

O estudo contou com o apoio do Instituto Agronômico de Campinas (IAC) para realização da análise das amostras, feitas através da técnica de Espectrometria de Absorção atômica (EAA).