XII SEMEA envolve alunos de todas as engenharias

XII SEMEA envolve alunos de todas as engenharias

Teve início na noite de 5 de junho, a 12º edição da Semea (Semana do Meio Ambiente) no anfiteatro do campus II da UNIFAJ. Esse ano o tema do evento foi“Recursos Naturais versus Tecnologia: As Novas Opções Para o Mercado Sustentável”, e recebeu a economista Carolina Bueno e o geógrafo Luis Felipe Valle para conversar com os alunos das engenharias sobre a Sustentabilidade e Desenvolvimento Econômico.

Estudantes de Engenharia Ambiental, Alimentos, Civil, Pedagogia e Ciência da Computação lotaram o anfiteatro e assistiram atentamente a abertura feita pelo diretor acadêmico de unidade, professor Flávio Fernandes Pacetta, que compartilhou com os presentes o seu sentimento ao ver alunos formados alcançando o sucesso profissional. “Enviei uma reportagem aos coordenadores que relata que os jovens hoje deixaram de fazer um curso superior, por entender que já não era mais uma preparação para o mercado de trabalho e partiram para outras situações como o empreendedorismo. Temos que ter em mente que essa estruturação e preparação têm que ser dada aqui e forçar o professor a cumprir os 50% de aula prática e fazer visitas técnicas. Os alunos que têm saído daqui trabalhando em empresas renomadas, é algo que me deixa feliz e estão fazendo valer o que é ensinado aqui”, contou.

A economista e também pesquisadora e doutoranda pelo Núcleo de Economia Agrícola e Ambiental (NEA), Carolina, já fez parte do corpo docente da UNIFAJ e retornou neste dia para falar sobre esse tema atual. “Como a nossa economia funciona e como vamos pareando com os problemas ambientais, com a nova forma de produção industrial, com o crescimento dos países e outros pontos”, explicou a profissional sobre sua abordagem na palestra.

O professor Luis revelou aos estudantes que é impossível as empresas continuarem produzindo sem prejudicar o meio ambiente, e fez uma análise geográfica sobre a importância dos territórios e a maneira que o desenvolvimento econômico social vai transcorrendo ao longo da história, até chegar a situação atual, que as práticas sustentáveis e a responsabilidade ambiental se tornam temas chaves.

“Hoje muita gente consome e é necessário para nossa vida em sociedade e o quanto consome é uma imposição da sociedade devido a esse modo de vida”, disse Luis e a segunda palestrante concluiu. “Essa condição rege boa parte da sociedade dentro da lógica do consumo. É um fato que a economia trabalha com uma estrutura de poder e quem controla esses meios de produção é que consegue determinar o que a sociedade vai consumir”, frisou Carolina.

No dia 6 de junho, os alunos de Engenharia Ambiental participaram de uma oficina sobre a Funcionalidade e Prática de GPS no laboratório de informática e um plantio de mudas nativas, ao lado da quadra poliesportiva. As duas ações foram coordenadas pelos professores Guilherme L. Laurentis e Claudia Vaamonde, que ensinaram os estudantes sobre o georreferênciamento das árvores. Foram plantadas 20 mudas com o objetivo de recuperação de área degradada, e entre os tipos de árvores, teve a Açoita-Cavalo, Capororoca, Xamanqueiro e o Algodeiro.

Finalizando a programação desta 12º edição, os alunos das engenharias fizeram um mini curso de Gestão de Projetos com o professor especialista, Adriano Ferreira Netto, que também coordena o curso de Pós-Graduação em Gerenciamento de Projetos e Processos Organizacionais, uma parceria do Instituto G7 com a UNIFAJ. “Eles estão cursando engenharia e essa área demanda não só elaboração de projetos, mas uma boa gestão. Prepará-los para sair no mercado e que estejam aptos a gerenciar projetos administrando os fracassos e sucessos”, explicou Adriano sobre a importância dessa abordagem. A diretora do instituto, Ana Cláudia Mendes acompanhou a aula.

Os alunos do quinto semestre de Engenharia Ambiental e Alimentos expuseram instalações elaboradas, na disciplina Eletricidade Aplicadas, para toda a comunidade acadêmica. O professor Marcos Eduardo Grandeze Bonaldo acompanhou os alunos no processo de criação e conta que o tema escolhido foi a hidroponia, por envolver os dois cursos. A parte de macro e micro nutrientes que resulta na nutrição das plantas ficou por conta da Engenharia Ambiental, e os alunos de Engenharia de Alimentos promoveram a exposição da parte que os nutrientes do vegetal passam por conversão e se tornam aptos para o consumo. “Através desse processo eles têm experiência não só de levantar o custo do projeto à obtenção do resultado, mas fazer o levantamento do custo energético”, frisa o docente.

A aluna de Engenharia de Alimentos, Gabriela Cruz elaborou um sistema de hidroponia tirando a planta do solo e colocando no recipiente com água e substrato,eliminando as contaminações do solo e sendo um alimento orgânico. “Inicialmente é caro, mas é viável, porque usamos a energia elétrica, então decidimos quando é para bomba ficar ligada, ficando barato”, conta a estudante que revela que não tinha conhecimento sobre essa área que é mais voltada para os engenheiros ambientais. “Éramos leigas (o grupo), vimos que existem várias formas de cultivos que não sabíamos e que pode ser rentável”.

No hall do anfiteatro, os estudantes do nono semestre de Engenharia Ambiental expuseram seus trabalhos de conclusão de curso, durante os três dias de evento, como as canetas recicláveis feitas com copos plásticos que foram arrecadados desde abril em nove pontos espalhados no campus II.

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