UniFAJ sedia fórum da Associação Brasileira de Alzheimer – ABRAz

UniFAJ sedia fórum da Associação Brasileira de Alzheimer – ABRAz

Em parceria com o curso de Enfermagem da UniFAJ, a Associação Brasileira de Alzheimer (ABRAz) promoveu no dia 28 de setembro o fórum municipal, no anfiteatro do campus II do Centro Universitário, em comemoração ao Dia Mundial da Doença de Alzheimer, celebrado no dia 21 de setembro. O evento contou com a presença da coordenadora da graduação, professora Celene Audi Ferrari, das docentes da UniFAJ, Elisandra Vilela e Ana Tereza Barufi, a antropóloga, Daniela Feriani e a doutorando em linguística pela UNICAMP, Nathália Freitas. Na oportunidade, cada palestrante trouxe o seu ponto de vista e suas pesquisas sobre o assunto, expondo aos futuros enfermeiros dados sobre essa doença neurológica degenerativa e progressiva.

Sob o tema Um Novo Olhar da Doença de Alzheimer e Hiperatividade e os Desafios do Cuidador, a professora Elisandra deu início as atividades apresentando a ABRAz que oferece assistência as pessoas com a doença, tendo como um dos seus objetivos a representação dos interesses dos indivíduos com demência no governo municipal, estadual e federal. “Tornar a demência prioridade nacional de Saúde Pública”, dizia um trecho da abordagem de Elisandra Vilela.

A antropóloga Daniela Feriani separou trechos de sua tese de doutorado “Entre sopros e assombros: estética e experiência na doença de Alzheimer”. A palestrante explicou qual o objetivo do seu trabalho e como é um campo heterogêneo. “Eu procurei ter outra visão sobre a doença de Alzheimer para além do discurso biomédico e das perdas de solução sem negar essas perdas, mas ver além disso”, dissertou. A profissional também revelou que a doença vai além da perda de memória, são ações comportamentais tragicômicas, perda de linguagem e alucinações.

A doutoranda, Nathália Freitas integra o grupo de pesquisa da UNICAMP, COGITES – Cognição, Interação e Significação e também a ABRAz. Antes de falar sobre o novo olhar da doença, a palestrante levantou o histórico do Alzheimer até os dias atuais que o foco do tratamento passou a ser o paciente e não a enfermidade. Para Nathália, um dos desafios do cuidador hoje é saber interpretar os métodos e adaptar para a pessoa deficiente.

A professora do curso de Enfermagem da UniFAJ e também gerontóloga, Ana Tereza Barufi, encerrou a noite mostrando dados que comprovam que 60% das pessoas que tem demência possui o Alzheimer e é mais prevalente em mulheres.

Alunos de todos os semestres do curso do Centro Universitário de Jaguariúna assistiram a atividade.

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