Palestra sobre a Hanseníase é ministrada aos alunos de Farmácia

Palestra sobre a Hanseníase é ministrada aos alunos de Farmácia

Na aula de Microbiologia Clínica, da professora Maruska Neufert, do curso de Farmácia do Centro Universitário de Jaguariúna – FAJ, a doutora Estela Lima proferiu a palestra “Hanseníase: O Passado no Presente…e o Futuro?” para os alunos do quinto semestre, no dia 22 de maio.

A profissional buscou apresentar aos futuros farmacêuticos a história da doença, qual o situação atual da Hanseníase e o que os profissionais da saúde podem esperar no futuro a respeito do assunto. Iniciando a atividade, Estela contou que os primeiros registros de pessoas portadoras da doença foi há dois mil anos em relatos no livro bíblico cristão. Devido a esses registros que também originou o nome Lepra, como era conhecida a doença. “Leprosa era a pessoa que tinha feito mal a Deus e então era denunciada e considerada morta para sociedade, perdendo emprego e até os laços familiares, se tornando indigente”, revela a doutora.

​Atualmente a doença tem tratamento e foi nomeada a cerca de mil anos como Hanseníase, devido ao nome do descobridor, o cientista Hansen.

A profissional explicou aos alunos o motivo das pessoas portadoras da doença ser deformadas por terem necrose.  “Quando o paciente tem lesão de nervo periférico ele perde a sensibilidade, então bate nos móveis e em outros objetos porque não sente e não vê que está machucada e vem a necrose e o tecido morre”, explica. As partes do corpo com mais índices de aparecimento de Hanseníase, são as partes frias como mãos, dedos, pés, orelha, cotovelo e nariz.

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