Curso de pedagogia resgata ancestralidade africana a partir de oficina de “abayomi”

Curso de pedagogia resgata ancestralidade africana a partir de oficina de “abayomi”

No dia 20 de setembro o curso de Pedagogia da FAJ realizou, numa ação que congregou todos os semestres do curso, uma Oficina de Abayomi, técnica de artesanato usada na confecção de bonecas de pano, sendo a aula promovida e auxiliada pela professora Dra. Viviane Marinho Luiz.

Essa ação de conscientização cultural tem o objetivo de atender às leis aprovadas que instrui as instituições a incluir estudos e conhecimentos voltados à história e cultura afro-brasileira e indígena com o objetivo de promover a inclusão no currículo oficial da rede de ensino.

Dessa forma, além desse cumprimento legal, a Oficina de Abayomi significou uma contribuição para a formação de futuros professores e professoras que conduzirão suas práticas docentes conscientes da presença africana na formação do nosso povo, promovendo uma reflexão e ação que luta, a partir das escolas, contra a discriminação e o racismo em nossa sociedade.

Segundo a coordenadora do curso, Regina Maringoni, as bonecas são feitas apenas com nós e tranças, sem costura e não possuem demarcação de olho, nariz nem boca, isso para favorecer o reconhecimento das múltiplas etnias africanas.

Ela explica que a criação desses brinquedos artesanais surgiu ainda na época da escravidão, quando navios tumbeiros realizavam o transporte de escravos entre África e Brasil. Por ser estarem em situações desesperadoras, as mães africanas rasgavam retalhos de suas saias e a partir delas criavam pequenas bonecas, feitas de tranças ou nós, que serviam como amuleto de proteção. As bonecas, símbolo de resistência, ficaram conhecidas como Abayomi, termo que significa ‘Encontro precioso’, em Iorubá.

 

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