CESFAJ movimenta campus em dois dias de evento

CESFAJ movimenta campus em dois dias de evento

Nos dias 9 e 10 de maio, o Centro Universitário de Jaguariúna – UniFAJ por meio dos cursos da área da saúde, Enfermagem, Educação Física, Farmácia, Fisioterapia, Nutrição e Psicologia, realizou o CESFAJ – Ciclo de Estudos da Saúde da UniFAJ. Com atividades em diversos locais no campus II da instituição, os alunos participaram de palestras, oficinas, intervenções e apresentaram trabalhos de conclusão de estágio.

Iniciando a programação 2018, teve a Mesa Redonda: Esteroides, Suplementação e Nutrição Esportiva, que contou com a presença dos coordenadores de Farmácia e Educação Física, André Lisboa Rennó e Taiguara Bertelli Costa, respectivamente, e o doutor em Biologia Funcional e Molecular, Rodrigo Ferraresso, a nutricionista, Márcia Bernardes Pedroso e o Dr. e Professor da Faculdade Max Planck, Ivan Piçarro. “O problema do esteroide é entender que o uso é semelhante ao tomar, por exemplo, dez aspirinas. E o medicamento que foi feito e pensado para produzir efeitos benéficos no organismo passa a fazer o contrário, então as pessoas devem entender que quando isso acontece na população de uma maneira geral isso vira um problema de saúde pública e que a gente tem que enfrentar alertando aqueles que fazem o uso dessas drogas”, explicou Piçarro.

A nutricionista esportiva que tem experiência no clube da Ponte Preta, Atlético Mineiro, Bauru Basquete e no Minas Tênis Clube, Márcia, priorizou em sua abordagem a explicação sobre suplementos e buscou informar os estudantes que o produto existe para acrescentar a alimentação quando necessária. Outro ponto foram os cuidados diários ao praticar atividade física. “Falar dos cuidados de como é feito em um esporte de alto rendimento e as diferenças do praticante de atividade física e do atleta que precisa realmente da suplementação como meio de acréscimo”, pontou.

Ainda nesse mesmo dia, o professor da UniFAJ, Emílio Garcia ministrou a palestra Mídias Sociais: Ruim com elas, Pior sem elas, para os alunos dos cursos participantes do CESFAJ, na quadra poliesportiva da unidade e o 5º, 7º e 9º semestre de Fisioterapia assistiu a explanação da profissional da área, Maíra Maturana, que abordou o tema Fisioterapia Hospitalar: da UTI ao domicílio, em sala de aula.

Abrindo o segundo dia do Ciclo de Estudos, o anfiteatro recebeu a palestra Psicopatologia na Contemporaneidade do Prof. Dr. Francisco Capoulade. E em sala de aula a professora e coordenadora de Nutrição da UniFAJ, Jacqueline Magno, realizou a atividade Comida, Relações de Afeto , tradição e direitos – Conbran/2018, trazendo aos alunos os temas abordados no Congresso Brasileiro de Nutrição, realizado em abril desse ano e a Produção de Medicamentos na Indústria Farmacêutica foi a linha de abordagem do Dr. Rangel Marçal Rocha de Oliveira.

No último dia de evento, Leticia Vargas de Almeida, que é doutoranda pela UNICAMP em pesquisa com ênfase na avaliação biomecânica da marcha dos indivíduos com amputações, marcou presença e conversou com os estudantes sobre Lesão Medular e a Atuação do Fisioterapeuta. E a professora da casa, Natália Conessa Ortega passou um panorama da Nutrição em Saúde Pública com base no Projeto Interdiciplinar realizado na Interclínicas, campus III do Centro Universitário. No anfiteatro, o Dr. Paulo César Madi, que é especialista em Saúde Pública e em Sexualidade Humana, falou sobre as Infecções Sexualmente Transmissíveis na Atualidade. As alunas do 7º semestre de Enfermagem fizeram uma intervenção com o tema Violência contra mulher! Precisamos falar sobre isso! E os graduandos de Farmácia realizaram uma atividade diferente das restantes, uma Oficina de Futebol Americano voltada para homens e mulheres que teve como objetivo a divulgação do time Toxin UNIFAJ.

Encerrando as ações, nos dois dias as alunas do 9° semestre de Enfermagem promoveram uma oficina no corredor das salas de aulas, com o tema Aplicativo Tinder. Chamando atenção de toda a comunidade acadêmica, a proposta do trabalho foi falar sobre as DST’s, que são as infecções infectocontagiosas através do sexo e a associação com o app foi propor aos participantes que imaginássemos que tivessem saído com um desconhecido (a) e tiveram uma relação sexual sem preservativo. “Fizemos um túnel bem escuro e cada plaquinha tem uma DST diferente, como sífilis, gonorreia e HPV. Buscamos imagens bem chocantes para as pessoas visualizem bem a realidade do que está acontecendo, e se a pessoa se identifica a gente se propõe a tirar dúvida e conversar. Quisemos deixar apagado para o pessoal acender a lanterna do celular justamente para trazer privacidade. E no final do túnel, a gente trouxe a frase: Você é a única pessoa responsável pela sua saúde. Tem um espelho para se enxergar, preservativos e cartilhas do Ministério da Saúde”, explicou uma das idealizadoras da oficina, Elaine Donato Ellis.  Como um apoio a ação, os professores do curso realizaram um rodízio de atendimento na sala 1 para sanar as dúvidas e orientar as pessoas que demonstraram interesse de saber mais sobre o assunto.

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