Alunos de Farmácia têm aula prática sobre fermentação

Alunos de Farmácia têm aula prática sobre fermentação

Fermentação é um termo geral usado para a degradação anaeróbica da glicose ou outro composto orgânico nutriente, para obter energia, conservada como ATP. Este foi o pano de fundo da aula prática do curso de Farmácia ocorrida no Laboratório de Fisiológicas II, no dia 7 de abril, sob orientação da Profa. Dra. Luciana Leite Medeiros e do Prof. Ms André Lisboa Rennó.

Por meio da análise, os alunos do 3º semestre puderam verificar o consumo de glicose em meio anaeróbico, através da liberação de CO2 durante a glicólise, observado pelo enchimento de bexigas.

“A degradação da molécula de glicose em duas moléculas de piruvato é chamada de glicólise, processo no qual também fosforila 2 ADPs, formando 2 ATPs e transfere um próton para a coenzima oxidada NAD+, formando NADH”, explicam os professores.

O piruvato formado pode ser metabolizado por três rotas metabólicas diferentes. Em organismos ou tecidos aeróbicos, a glicólise é apenas o primeiro passo na degradação completa da glicose.

A segunda rota para o piruvato é a redução a lactato via fermentação lática, que ocorre, por exemplo, quando o músculo esquelético deve funcionar sob condições com pouco oxigênio tecidual. Como o NADH não pode ser reoxidado a NAD+, é necessário um aceptor de elétrons para a oxidação da próxima molécula de piruvato. Assim, o piruvato é reduzido a lactato, recebendo os elétrons do NADH e regenerando o NAD+ necessário para a continuação da glicólise. A fermentação lática também é realizada na retina, nos eritrócitos e por alguns microorganismos.

A terceira rota do catabolismo do piruvato é a formação de etanol, também chamada de fermentação alcoólica. Ela é realizada por alguns tecidos vegetais, invertebrados, protistas e microorganismos como leveduras (ex. produção de cerveja) em condições anaeróbicas, formando etanol e CO2.

REAÇÃO DA FERMENTAÇÃO ALCOÓLICA

Através da mistura de fermento biológico para pão (a levedura unicelular Saccharomyces cerevisiae) com açúcar ou adoçante, os alunos observaram a liberação de CO2 durante a fermentação alcoólica, processo de obtenção de energia na ausência de O2, notado pelo enchimento das bexigas.

“A presença do açúcar ou adoçante discutiu por que a sacarose (ou açúcar de mesa) é utilizada como combustível pelas células e foi comparada com o adoçante, que é utilizado em dietas de restrição calórica ou por indivíduos que não podem ingerir glicose, como os diabéticos”, informaram os docentes.

 

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