Alunos de Arquitetura e Urbanismo se juntam para criação de projeto em área da FAJ

Alunos de Arquitetura e Urbanismo se juntam para criação de projeto em área da FAJ

No último dia 12, os alunos do curso de Arquitetura e Urbanismo tiveram uma reunião “Charrete” – atividade intensa e de curta duração de projeto colaborativo – para a elaboração de um ateliê aberto na FAJ, proporcionando arte não só para os estudantes de arquitetura, mas também para os outros cursos que poderão visitar o espaço aberto.

Ministrada pela coordenadora do curso, Denise Geribello, a aula teve o propósito de reunir todos os semestres e mostrar na prática a metodologia de planejamento Charrete, técnica famosa entre profissionais e estudantes do ramo de arquitetura.

Segundo a professora, foi realizada uma reunião para que os grupos fizessem uma relação de palavras que ligavam ao ateliê, sendo os resultados distribuídos por entre os outros alunos. Os estudantes se basearam na planta do Mezanino da FAJ, elaborando então, a criação e arte do projeto.

Utilizando um meio mais conceitual para a criação do ateliê, os estudantes montaram as apresentações com colagens e pintura.

“Foi proposto a todos para pensarem o que fariam em um ateliê, só que um ateliê não apenas de arquitetura, um ateliê de arte, um espaço na faculdade que fosse para produzir arte e também para ter uma vivência artística”, explica a professora sobre o evento.

 

Definição Charrete

 

Origem na escola de Belas Artes (Paris, 1830). Na escola havia ateliers internos e externos. Entregas sempre nas sextas feiras, 12h, trabalhos levados em charretes pelos alunos.

Hoje em dia: atividade intensa e de curta duração de projeto colaborativo. São oficinas públicas para direcionar projetos que trarão impacto à comunidade.

É uma ferramenta de transformação. Nela todos têm a oportunidade de colocar sua opinião e ouvir a opinião alheia. É uma metodologia fundamental para a efetivação do trabalho do arquiteto e do urbanista. Não se trata de criar projetos finais, prontos para serem implementados, mas de guiar as ações a serem tomadas por arquitetos, urbanistas e pelo poder público.

A prática já é adotada amplamente em alguns países (Canadá). Um marco muito importante no processo de participação popular nas decisões sobre a cidade foi a criação do Estatuto da Cidade (2001), outro marco vem sendo as discussões sobre o destino do elevado Costa e Silva, o Minhocão.

 

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