África Fora dos Estereótipos: palestra incentiva o conhecimento da verdadeira face da vida africana e afro-brasileira

África Fora dos Estereótipos: palestra incentiva o conhecimento da verdadeira face da vida africana e afro-brasileira

Com o objetivo de trazer a cultura africana para os alunos, a FAJ ofereceu, no dia 21 de novembro a palestra A África Fora dos Estereótipos, no campus 1 e 2 da instituição, apresentando uma imagem diferente da divulgada pelo redor do mundo. Foram convidados para ministrarem o debate durante o evento, os fundadores do projeto Afreaka, Flora Pereira e Natan de Aquino.

O intuito da palestra foi mostrar aos alunos e professores da instituição uma nova visão sobre essa cultura e a forma como vivem a população africana, buscando expor uma perspectiva que quebra a linha pejorativa atribuída a esta cultura do continente e a afro-brasileira.

Segundo a jornalista e palestrante, Flora Pereira, a abordagem na mídia tradicional, quando relativa à África, sempre lhe causou incômodo por ser uma divulgação estereotipada. “Cada vez que eu pesquisava mais sobre a África eu via um abismo entre o que realmente era e o que a mídia passava”, conta. Isso a estimulou a descobrir cada vez mais e a querer mostrar para todos um outro lado da história, um lado positivo.

Ela apresenta alguns objetivos principais desse projeto, como quebrar o estereótipo e trabalhar com a representatividade. Flora explica que ao estudar, tanto no Brasil quanto em outros países, não se identificava em nada com o que era lecionado, não se sentindo representada e nem vista pela sociedade. Ela afirma buscarmos muito mais uma cultura eurocetrista, importando conhecimento e referências de outros países, enquanto nossa cultura local, africana e até mesmo a da América latina é também muito importante e relevante em nosso desenvolvimento e identidade brasileira.

“A gente acredita que enquanto não houver igualdade social não haverá desenvolvimento”, explica, e por meio desse pensamento que o projeto Afreaka trabalha para a conscientização social; quebrando estereótipos por meio da mídia, da cultura e pela educação. Flora explica ser importante trabalhar na educação, que é o berço para qualquer conhecimento, pois muito do que aprendemos sobre a África foi na escola, trazendo novas referências e conscientização. “É para nós olharmos para a África como um continente de produção intelectual, de muito protagonismo e assim conseguir uma nova fonte de inspiração”, completa.

Dessa forma, alunos de diversos cursos da FAJ poderão aprender e entender melhor como funciona esta cultura, obtendo novas referências positivas.

Para Natan, o feedback esperado para o evento foi, inicialmente, quebrar essa visão que algumas pessoas têm sobre a África, e “mostrar principalmente, o quão africanos somos também, o quanto temos de influência de cultura africana no nosso Brasil, além de balancear as histórias que conhecemos”. Ele explica que uma das técnicas é tentar equilibrar o que conhecemos sobre o assunto e o que realmente é verdade.

Assim é possível quebrar a ideia de um continente que lida com pobreza, miséria e safáris, conforme explica Natan. Esse incentivo é fundamental para acabar com a imagem errada que muitos constroem no decorrer da vida sobre a África.

 

CAPOEIRA PARA TODOS

Buscando incentivar os alunos a conhecerem a cultura e participarem da palestra, durante os dias 16 e 17 de novembro, os artistas do grupo Balaio da Arte apresentaram uma roda de capoeira para os estudantes dos campi I e II da FAJ, agregando e divulgando arte para os estudantes.

 

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